conselho editorial

Luciana Romagnolli, fundadora, editora e crítica

Beto Staino/Universo Produção

Luciana Romagnolli é jornalista, pesquisadora, crítica e curadora de teatro. Especialista em Literatura Dramática e Teatro (UTFPR), mestre em Artes (EBA-UFMG) e doutoranda em Artes Cênicas (ECA-USP). Fundadora do site Horizonte da Cena, em 2012, e da DocumentaCena - Plataforma de Crítica, em 2014. Foi repórter nos jornais O Tempo (MG) e Gazeta do Povo (PR). Curadora da ocupação Conexões na Funarte-MG, em 2015; da 1ª Mostra DocumentaCena e do Idiomas - Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro, ambos em Curitiba, em 2016; do BQemCena (Brusque, 2018); da programação nacional e internacional do Festival Internacional de Teatro Palco e Rua - FIT-BH 2018; do eixo reflexivo Olhares Críticos da MITsp 2017 a 2019; e do Festival de Teatro Toni Cunha (Itajaí, 2019). É coordenadora de crítica do Janela de Dramaturgia desde 2012.


Clóvis Domingos, editor e crítico

Clóvis Domingos é performer. Doutor em Artes da Cena pela Escola de Belas Artes da UFMG, pós-doutorando pelo programa de pós graduação em Artesrtes Cênicas da UFOP com pesquisa sobre crítica e cena contemporânea. É integrante do OBSCENA, agrupamento independente de pesquisa cênica em Belo Horizonte. Como professor e artista trabalha junto a grupos e instituições que entrelaçam Arte, Saúde, Educação e Políticas da Diferença. É colaborador e provocador em diversos processos de criação.



Soraya Belusi, fundadora e colaboradora especial

Soraya Belusi é jornalista, crítica e pesquisadora teatral. Mestre em Artes na UFMG, graduada em Jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, e atriz formada pelo Teatro Universitário da UFMG. Atuou durante oito anos como repórter especializada em artes cênicas no jornal O Tempo (BH) e colabora com diversos veículos do país, com artigos publicados no Estado de Minas, Folha de S.Paulo, Bravo!, Sala Preta, dentre outras. Curadora da ocupação Conexões na Funarte-MG, em 2015.


     

corpo de crítica

Ana Luisa Santos

Ana Luisa Santos é performer e escritora. Mestre em Comunicação Social/UFMG e Pós-Graduada em Arte da Performance/FAV, atua também como curadora em artes da presença na realização de exposições e residências artísticas, núcleos de pesquisa e criação, atividades de formação e política. Desenvolve trabalhos para teatro e dança, com destaque para dramaturgia e figurino. É idealizadora do PERFURA / ATELIÊ DE PERFORMANCE e co-diretora da plataforma O QUE VOCÊ QUEER. Artista indicada ao Prêmio PIPA 2017.

  

Diogo Horta

Diogo Horta é ator, professor e curador de teatro. Mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG e formado em Licenciatura e Bacharelado (Habilitação em Interpretação Teatral) em Teatro pela mesma universidade. Foi professor substituto das áreas de Atuação, Voz e História do Teatro Brasileiro do curso de Teatro da UFSJ e curador da área de Artes Cênicas do 25º e 26º Inverno Cultural da UFSJ. Integrou o elenco de diversos espetáculos em Belo Horizonte. Participou do Focus – Spetacle Vivant realizado pelo Institut Français em 2015 como curador e atua como responsável pelos projetos de teatro do Sesc Palladium em Belo Horizonte.



Felipe Cordeiro

Felipe Cordeiro é artista de teatro, editor e pesquisador. Doutorando em Literaturas Modernas e Contemporâneas pela FALE/UFMG. Possui o título de Mestre pela mesma instituição. Realizou pesquisa de aperfeiçoamento científico em Recepção Clássica na Universidade de Coimbra. Bacharel em Interpretação Teatral pela EBA/UFMG. Membro cofundador do grupo de teatro Mulheres Míticas. Editor da “Em Tese – Revista de Literatura da UFMG”. É membro pesquisador do Núcleo de Estudos em Letras e Artes Performáticas (NELAP/UFMG). Possui artigos e capítulos de livros publicados no Brasil e em países da Europa. Lecionou a disciplina “Teorias do Teatro” para os cursos de graduação em Letras e Teatro da UFMG.



Guilherme Diniz

Guilherme Diniz é licenciando em Teatro pela UFMG, ator e pesquisador teatral. Colabora, como crítico, no Cena em Pauta. Estudou Literaturas e Dramaturgias Africanas de Língua Portuguesa, bem como Análise e Crítica do Espetáculo na Universidade de Coimbra, pelo programa Abdias Nascimento/CAPES.

Marcos Alexandre

Marcos Alexandre é graduado em Letras Português, Inglês e Espanhol pela FALE/UFMG (1995), onde concluiu o mestrado (em 1998) e o doutorado (em 2004) em Estudos Literários. Realizou a pesquisa de pós-doutorado "Brasil e Cuba em diálogo: a cultura afrodescendente em cena", na Facultad de Artes Escénicas do Instituto Superior de Arte, em Havana, Cuba, e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia, em Salvador. Como Visiting Research Scholar no Hemispheric Institute of Performance and Politics, na New York University, realizou a pesquisa de pós-doutorado "Performances e Alteridades: perspectivas críticas", cuja segunda etapa foi desenvolvida no Núcleo de Estudos das Performances Afro-Ameríndias – NEPAA / Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas – PPGAC, da UNIRIO. É bolsista de produtividade em pesquisa 2 do CNPq e professor associado da UFMG. Integra o Mayombe Grupo de Teatro. Coordena o Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade (NEIA) e o Programa Letras e Textos em Ação. Publicou livros e capítulos de livros, organizou livros e tem trabalhos publicados em revistas especializadas brasileiras e estrangeiras.


Mario Rosa

Mário Rosa é professor, pesquisador, dramaturgo e crítico teatral.  Graduado em História pela FAFICH/UFMG e mestre em Arte e Educação pela FaE/UFMG, integra o projeto SegundaPRETA.

Soraya Martins


Soraya Martins é mestre em Teoria da Literatura pela FALE/UFMG. Graduada em Letras - Licenciatura Português e Italiano. Atriz cofundadora da Sofisticada Companhia de Teatro, que em 2013 venceu o Prêmio Marcelo Castilho Avelar de Estímulo às Artes e estreou, em 2014, o espetáculo "Como Matar a Mãe – 3 atos". Formada no Teatro Universitário, cursou Semiologia do Teatro, com Marcos De Marinis, no DAMS – Dipartimento di Musica e Spettacolo da Università degli Studi di Bologna, Itália. Desde 2011, atua no cenário artístico mineiro como atriz e pesquisadora do teatro afro-brasileiro e tem em seu currículo trabalhos realizados junto a diversas companhias, entre elas Companhia Candongas, Grupo do Beco e Caixa de Fósforos.
 

Victor Guimarães

Victor Guimarães é doutorando em Comunicação Social pela UFMG. Crítico de cinema na revista Cinética desde 2012. Foi professor do curso de Cinema e Audiovisual do Centro Universitário UNA, integrou as comissões de seleção do forum.doc e foi um dos coordenadores de programação do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte. Tem críticas e ensaios publicados em revistas como Lumière (Espanha), Imagofagía (Argentina), Senses of Cinema (Austrália), Desistfilm (Peru) e La Furia Umana (Itália). Participou, como crítico convidado, do projeto Janela de Dramaturgia. 



sobre

A crítica como exercício de olhar e escrita sobre o mundo do teatro e o teatro do mundo, aquele que formamos juntos. Em tempos de depauperamento da experiência e vigência de uma cultura de consumo, a crítica de teatro apresenta-se como um espaço para investigar nossas contradições humanas e sociais, estabelecer diálogos com a produção artística contemporânea e praticar, a partir do contato com obras teatrais, o pensamento sobre os nossos tempos.

O crítico de teatro como um espectador interessado em afetar-se com o acontecimento teatral e problematizá-lo. Interessado em colocar ideias em circulação para que encontrem outras, semelhantes ou distintas, sem assumir o papel de juiz ou carcereiro do que deve ser a obra, mas pronto a refletir a partir da experiência artística.

Com essas premissas, o Horizonte da Cena abre-se à pluralidade de vozes dos seus colaboradores e convida artistas e espectadores o diálogo.

O Horizonte da Cena integra a DocumentaCena - Plataforma de Crítica, criada  em 2014, ao lado da revista eletrônica Questão de Crítica (RJ) e do blog  Satisfeita, Yolanda? (PE).