por Luciana Romagnolli
O mundo fantasmagórico evocado pela dramaturga Ana Johann e pelo encenador Thadeu Peronne no espetáculo “Eu Grito Que…” recria no palco a escuridão noturna de um cemitério: local tomado como limbo entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Não só onde mães e viúvas pranteiam sobre tumbas nem só encontro de almas penadas. O singular da obra é fazer desse um espaço para dar voz ao recém-morto e ao susto de sua condição.
* Crítica originalmente publicada no site do Núcleo de Dramaturgia do Sesi-PR em dezembro/2012.









